Sustentabilidade faz parte do nosso negócio
No Santander, a Diretoria de Desenvolvimento Sustentável, criada para conduzir o processo de inserção da sustentabilidade dentro do Banco, tem o propósito de ser “biodegradável”. Ou seja, ela deve desaparecer, ao passo que a missão de integrar as questões sociais e ambientais à cultura da empresa, permeando todas as práticas e processos decisórios, esteja cumprida. Para nós, partir dessa premissa é essencial para que os projetos e ações sejam implementados de maneira transversal em toda a Organização.
Essa abrangência exige que o sistema de governança da sustentabilidade seja capaz de suportar a evolução contínua do processo, facilitar as decisões relacionadas ao tema e promover a visão integrada das iniciativas já em andamento. Veja como temos feito isso:
Governança da Sustentabilidade
A Governança da Sustentabilidade do Santander tem como função definir ferramentas e metodologias para o planejamento e implementação das iniciativas. É ela quem consolida indicadores para avaliar os resultados, acompanha fóruns internos de decisão e facilita a troca de informações entres os profissionais envolvidos com o tema, promovendo sinergias entre as ações.
Além disso, é também responsabilidade da área analisar as movimentações do mercado, o mapeamento de oportunidades e o acompanhar os fóruns externos e os compromissos relacionados à sustentabilidade dos quais participamos.
Fóruns Internos de Decisão
Para conduzir a gestão das iniciativas, temos os seguintes fóruns internos, específicos para discussões acerca da sustentabilidade:
Comitê de Diversidade e Negócios: reformulado em 2010, o comitê é um fórum de discussão de temas relacionados ao Programa de Valorização da Diversidade, que faz parte da estratégia de negócios do Santander. Sua periodicidade é bimestral.
Comitê Consultivo do Microcrédito: tem a função de avaliar os resultados do Santander Microcrédito, conferindo o planejamento estratégico e aos planos de ação para o crescimento da empresa.
Conselho Consultivo do Fundo Ethical: formado por três executivos do Banco e quatro especialistas independentes, esse Conselho avalia o desempenho e evolução patrimonial do Fundo Ethical, seleciona as empresas que podem receber seus recursos, valida as avaliações feitas pela equipe da Santander Brasil Asset Management e debate as análises de sustentabilidade feitas pelo time de Sustainability and Responsible Investment (RSI). Sua periodicidade é bimestral.
Além desses fóruns, executivos representantes da Diretoria de Desenvolvimento Sustentável monitoream e contribuem para a tomada de decisão em outras instâncias decisórias da Organização, como o Comitê de Comercialização de Produtos.
Decisões estratégicas relacionadas às iniciativas de sustentabilidade são levadas a cada dois meses para o Comitê Executivo, composto pelo presidente e os vice-presidentes do Santander, que se reúne semanalmente. Além disso, o tema é levado uma vez por ano ao Conselho de Administração, responsável pela orientação geral dos negócios do Banco, das sociedades controladoras e entidades integrantes do Santander no Brasil. Esse Conselho é constituído por nove membros, três deles independentes, e reunindo-se, ordinariamente, quatro vezes ao ano e extraordinariamente, sempre que convocados pelo Presidente do Conselho de Administração.
Dessa forma, garantimos que as decisões relacionadas à sustentabilidade sejam incorporadas à estratégia do Banco.

Avanços da Governança Corporativa do Santander
Em 2010, as práticas diferenciadas de governança do Santander foram reconhecidas pela consultoria Standard & Poor’s (S&P), a maior provedora de informações dos mercados financeiros globais. A empresa conduziu um estudo de avaliação do nível de governança aplicado pelo banco, atribuindo-lhe nota 7 - o que significa que o banco apresenta processos e práticas gerais de Governança Corporativa. As políticas orientam-se tanto pelo respeito e tratamento igualitário aos direitos dos acionistas, quanto pela transparência na gestão e na comunicação com os seus públicos.
A Organização segue as recomendações do Código das Melhores Práticas do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e listou suas ações e units no Nível 2 de Governança Corporativa da Bolsa de valores, Mercadorias e Futuros S.A. (BM&FBovespa). Esse é o segmento do mercado de ações destinado exclusivamente a companhias que, voluntariamente, atendam a requisitos mínimos e aceitem submeter-se a regras de governança diferenciadas, incluindo a divulgação de mais informações do que exige a lei.
Entenda a Governança Corporativa do Banco nos sites de Relações com Investidor e Acionistas.