Edgar Morin fala sobre a necessidade dos homens tomarem consciência de seu destino comum e promoverem uma mundialização com a convergência do humanismo.
Em comemoração ao Dia Mundial da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que completou 60 anos no dia 10 de dezembro de 2007, o filósofo Edgar Morin fez, a convite do Banco Real, em parceria com Universo do Conhecimento e CNU Brasil (Conversando com as Nações Unidas), a palestra "Desafios da humanidade no século XXI" para, aproximadamente, mil participantes.
Morin afirma que, com a globalização, os habitantes do planeta vivem as mesmas ameaças – problemas de morte, degradação do meio ambiente, além de uma economia que não conhece regulamentação, criando zonas de prosperidade e de miséria. Contudo, a consciência desse destino em comum ainda é pequena e pouco existe a convergência das idéias de humanismo, democracia e compreensão entre os povos.
O filósofo prega que devemos cultivar nosso jardim coletivo, a Terra, para torná-la uma casa comum. E, se existem dificuldades, Morin também aponta razões para acreditar que a humanidade pode ter um destino melhor. Para ele, os homens possuem uma enorme capacidade criadora que talvez esteja adormecida, além de poderem fazer uma revolução cognitiva capaz de encontrar melhores soluções para os problemas.
Dados do encontro
Tema: "Desafios da humanidade no século XXI"
Palestrante: Edgar Morin
Data: 10.12.2007
Saiba mais sobre o tema
Para quem não pôde estar no encontro ou quer buscar aprofundamento no tema, abaixo encontra-se um artigo sobre a palestra.
. Artigo sobre a palestra "Desafios da humanidade no século XXI"
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