Economista e educador Cláudio de Moura Castro prega que é preciso convencer pais que não bastam vagas: a qualidade do ensino deve ser prioridade na rede pública.
O principal problema da educação no Brasil é não estar em crise. A baixa qualidade do que é ensinado em sala de aula não está colocado na pauta da sociedade e, por isso, mudanças não são exigidas. Essa é a crença de Claudio de Moura Castro, articulista da revista Veja, economista e educador que, no dia 9 de maio de 2007, fez a palestra "Educação brasileira: a crise é que não há crise" no Banco Real, tendo sido assistido por aproximadamente pessoas em duas turmas.
Castro defendeu que, embora o país seja pobre, o ensino no Brasil é muito pior do que deveria ser. Isso tomando como base o crescimento do PIB que, entre 1980 e 1987, aumentou 157 vezes, muito mais do que Japão e Estados Unidos. A educação, porém, não acompanhou essa evolução.
Em termos de quantidade, temos um índice de acesso escolar que alcança 97% das crianças e adolescentes. Ou seja, existem vagas disponíveis na rede pública. Contudo, quando o assunto é qualidade, indicadores revelam péssimos resultados - são muitos os analfabetos na 4ª série do ensino fundamental.
Dados do encontro
Tema: "Educação brasileira: a crise é que não há crise"
Palestrante: Cláudio de Moura Castro
Data: 09.05.2007 (duas turmas)
Saiba mais sobre o tema
Para quem não pôde estar no encontro ou quer buscar aprofundamento no tema, abaixo encontra-se um artigo sobre a palestra e a apresentação usada pelo palestrante.
. Artigo sobre a palestra "Educação brasileira: a crise é que não há crise"
. Apresentação usada por Cláudio de Moura Castro
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